Amigos da A Professora Tia Lilian

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Van Gogh no humor do FreaKing News

O site
(Logo da Companhia: 23/10/2003)
É uma comunidade virtual que inclui artistas
digitais e membros. O site foi inaugurado
oficialmente em 2003 e está entre os 10 mil
melhores de todo o mundo.
O criador desta Companhia é
Vladislav Golunov.
 
O FreaKing News é uma notícia orientada
por Photoshop Concurso local.
 
Selecionei alguns desses belos e criativos
trabalhos e deixei-os para suas
apreciações.
 
Autorretrato, Van Gogh
Saint-Rémy: setembro de 1889
 
Retrato de Johnny Depp 
 
Retrato do carteiro Joseph Roulin
Vincent van Gogh
Arles: agosto de 1888 
 


Retrato de Joseph Roulin com
seu iPod e gorro 
 
Retrato de patience escalier
Van Gogh
Arles: agosto de 1888
 

 Cantor
Noite estrelada, Van Gogh
Saint-Rémy: junho de 1889

Noite estrelada soneca
 
Noite estrelada no Vietnã
 
 
Noite estrelada sobre o Rhone
Van Gogh
Arles: setembro de 1888
 

Noite estrelada no Rhone em um porshe
Autor: bmore
 

Noite estrelada sobre o Rhone  2013
Autor: ChipMcFarlane

O semeador, Van Gogh
Arles: junho de 1888

Nova Holanda
Autor: Wanderer
 
A casa branca à noite, Van Gogh
Auvers-sur-Oise: junho de 1890

A igreja em Auvers, Van Gogh
Auvers-sur-Oise: junho de 1890

Casa branca à noite e Auvers igreja
 
Ponte de Langlois em Arles com mulheres
lavando roupa, Van Gogh
Arles: março de 1888 

 
 Hora do rush na ponte Langlois (Londres)
Autor: AJSubrosa
 
Van Gogh carro rally

La Crau com árvores de pêssego em flor
Van Gogh
Arles: abril de 1889

Colheita no La Crau com Montmajour
no fundo, Van Gogh
Arles: junho de 1888

Walmart em La Crau
 
Meio-dia - resto do trabalho, Van Gogh
(após Millet)
Saint-Rémy: janeiro de 1890 

Campo de trigo com corvos, Van Gogh
Auvers-sur-Oise: julho de 1890

Composição mista

Campos bulbo, Van Gogh
Haia: abril de 1883

Taj Mahal
 
O café noturno no lugar Lamartine em
Arles, Van Gogh
Arles: setembro de 1888

Van Gogh's salão de sinuca
Autor: Grumpy OTJ

Camponeses escavando batatas
Van Gogh
Saint-Rémy: março,abril de 1890

Um dia na fazenda
 
Salgueiros cortados, Van Gogh
Arles: abril de 1889

Trabalho duro
Autor: lucianomorelli

Pomar em flor limitado com ciprestes
Van gogh
Arles: abril de 1888

Quad country race
Autor: lucianomorelli

Barcos de pesca na praia de Saintes-Maries
van Gogh
Arles: junho de 1888

Simpsons dia fora
 
 O moinho de La Galette, Van Gogh
Paris: 1887
 
 Don Quixote
 
 O moinho de La Galette, Van Gogh
Paris: 1886
 
Avião Mosquito sobre moinho de vento
 
 Moedor de café, cachimbo e jarra
Van Gogh
Nuenen: novembro de 1884
 
Sttarbuck's still life
 
(Caneca by caricaturista JBosco)
 
Bom dia.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Os barcos de Van Gogh no mar de Josué Rodrigues

Barcos de pesca na praia em Saintes-Maries
Arles, França: junho de 1888
 
 
Olho o mar
(Composição: Josué Rodrigues)
 
Olho o mar, imenso é o mar,
O homem não consegue dominar
Mas para Senhor ele é
Como uma simples gota de orvalho
Olho o céu, infinito azul,
O homem não conhece os seus limites
Mas o Senhor pode abrangê-lo
Com um só relance de seu olhar
Olho para o sol,
Quando despontando vem
Com sua luz aquecendo o dia
Mas o seu brilho não tem
O fulgor da glória do meu Senhor
Olho as estrelas, incontáveis são,
Assim também o Senhor
Tem bênçãos para ofertar,
Àqueles que com fé o buscam.
 
(Música Gospel)
***          ***          ***
 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

As pinceladas de Vincent com os escritos de Pessoa

 
(Le moulin de La Galette, 1886)
 
O guardador de rebanhos
(Poema de Fernando Pessoa)
 
Eu nunca guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estações
A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um pôr de sol
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície
E se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.
 
 
Mas a minha tristeza é sossego
Porque é natural e justa
E é o que deve estar na alma
Quando já pensa que existe
E as mãos colhem flores sem ela
dar por isso.
 
 
Como um ruído de chocalhos
Para além da curva da estrada,
Os meus pensamentos são contentes.
Só tenho pena de saber que eles
são contentes,
Porque, se o não soubesse,
Em vez de serem contentes e tristes,
Seriam alegres e contentes.
 
 
Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que
chove mais.
 
 
Não tenho ambições nem desejos
Ser poeta não é uma ambição minha
É a minha maneira de estar sozinho.
 
 
E se desejo às vezes
Por imaginar, ser cordeirinho
(Ou ser o rebanho todo
Para andar espalhado por toda a encosta
A ser muita cousa feliz ao mesmo tempo),
 
 
É só porque sinto o que escrevo
ao pôr do sol,
Ou quando uma nuvem passa a mão
 por cima da luz
E corre um silêncio pela erva fora.
 
***          ***          ***

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Via-Láctea

(Noite estrelada, 1889)
 
(Poema de Olavo Bilac)
 
XIII
 
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi,no entanto
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto ...
 
E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"

E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."

(Soneto XIII da obra Via-Láctea)
 
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Receita de Ano Novo

(O moinho de La Galette, 1887)
 
 
Poesia de
Carlos Drummond de Andrade)
 
Para você  ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo
o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo,
remendado às carreiras,
mas novo  nas sementinhas
do vir-a-ser; novo
até no coração das coisas menos
percebidas (a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito
nem se nota, mas com ele se
come, se passeia, se ama, 
se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha
ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber
mensagens
 (planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
 
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de
pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

 
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que
não é fácil, mas tente,
experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
 
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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz Ano Novo com muita Arte

 
(O quarto de Vincent em Arles, 1888
Velho em tristeza (no limiar da
eternidade), 1890)

O tempo
 
(Mário Quintana)
 
A vida é o dever que nós trouxemos
para fazer em casa.
Quando se vê,
já são seis horas!
Quando se vê,
já é sexta-feira!
Quando se vê,
já é natal ...
Quando se vê,
já terminou o ano ...
Quando se vê,
perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê
passaram 50 anos!
Agora é tarde demais
para ser reprovado ...
Se me fosse dado um dia,
outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente
e iria jogando pelo caminho
a casca dourada e
inútil das horas ...
Seguraria o amor que
está a minha frente
e diria que eu o amo ...
E tem mais:
não deixe de fazer algo
de que gosta
devido a falta de tempo.
Não deixe de ter
pessoas ao seu lado
por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá
será a desse tempo que,
infelizmente,
nunca mais voltará.
 
 
***          ***          ***
 
Foi muito bom receber suas visitas
ao longo deste 2013
Espero-os de volta em 2014
se Deus assim o permitir.
 
A Professora Tia Lilian