Amigos da A Professora Tia Lilian

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Van Gogh por Lucien Pissarro


Van Gogh conversando com Félix Fenéon,1888
Ashmolean Museum, Oxford
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Lucien foi um pintor, gravador e impressor
franco-britânico pertencente aos movimentos
artísticos: impressionismo e neoimpresionismo.

Félix Fenéon (jun/1861 - fev/1944)
Crítico de arte, jornalista e diretor de
jornais franceses. Autor do termo
neoimpressionismo em 1886.

Natureza morta com cesta de maçã, 1887
Dedicado a Lucien Pissarro
Van Gogh
Kroller - Muller Museum, Otterlo
Retrato de Lucien, 1883
por seu pai Camille Pissarro
Jacob Abraham Camille Pissarro 
e sua mãe Julie Vellay, 1877
(Coleção particular) 
Autorretrato,1873 - Camille Pissarro
Mãe de Lucien
Ashmolean Museum  - Oxford
Lema: "É sacudida pelas ondas, mas
não afunda".
Lucien nasceu em 20/fev/1863
Morreu: 10/jul/1944
Lucien por Camille Pissarro, 1890
National Portrait Gallery - Londres

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Ele aprendeu com seu pai Camille a
pintura ao ar livre, característica da
paisagem impressionista.
Casou com Esther Bensusan em 1892
Retrato de Esther, c.1893
Esther no jardim, Eragny, 1893
Bristol Museum and Art Gallery
Orovida Camille Pissarro, filha de Lucien
Autorretrato aos 20 anos de idade

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Algumas pinturas de Orovida
Pai, filha e cavalo, 1947
Menino com gato, 1948
Flores da colheita, 1956
Gato na árvore, 1961

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Lucien e seu trabalho de gravura
iniciado em 1884
Retrato de Camille Pissarro, 1893

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Fundou em 1884 a
Eragny Pissarro Press
uma editora de livros de arte
Livro: "A rainha das neves"
Menina pescando enguia.
Ilustração: Lucien Pissarro
Livro: "Aventura no sapato"
Ilustração: Lucien Pissarro
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Outras pinturas:
O jardim, Epping, 1893-95
Epping Forest District Museum
O portão do jardim, Epping, 1894
 Ashmolean Museum - Oxford
Manhã de novembro, 1895
 Ashmolean Museum - Oxford
Casa de campo em Storrington, 1911
Worthing Museum and Art Gallery
Vale Blackpool, 1913
Collection City of Edinburgh Council
A casa do moinho, Blackpool, Devon, 1913
National Galleries of Scotland
Alameda Crockers, Coldharbour, 1916
Casa de campo: sol e neve, 1916
Tate Gallery
Paisagem de inverno, 1920
Plymouth City Council:
Museum and Art Gallery
Rade de Bormes,  1923
The Courtauld Gallery
Rua Jean Aicard, Bormes, 1926
Manchester City Galleries
Jardim do meu estúdio, 1938
 Ashmolean Museum - Oxford
A pista enlameada, Hewood, Dorset, 1940
Flores de outono

sábado, 12 de janeiro de 2013

Belém do Pará - Portal da Amazônia

(Fotografias: A Professora Tia Lilian)
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Belém do Pará
Música de
João Alexandre
 




A tarde molhada de chuva não é novidade
pra quem vive aqui..
O jeito feliz da cidade, a felicidade como

eu nunca vi...
Quem dera não houvesse tristeza
Quem dera só restasse alegria

Quem te vê, quem te viu
Já conhece o Brasil da cultura e da

história e da lida..
É bom ouvir canções do teu povo
É triste ver o peso da dor..
Bem ou mal tanto faz no teatro da paz
Onde a arte se encontra com a vida...

Vim parar no Pará e encontrei todo o bem
No calor e no amor de Belém...
Vim parar no Pará e encontrei todo o bem
No calor e no amor de Belém...

Madeiras, mulheres rendeiras, botos,
seringueiras
E os barcos nos rios...
O povo repleto de vida divide esse dom

de vencer desafios
A índia linda é um dom marajoara
Castanhas, açaís, buritis..

Quem te vê, quem te viu
Há de amar o Brasil das colônias,

do ouro e das plantações
É bom saber que existe esperança
É triste ver o verde acabar
Quando o mal se desfaz todo bem

vale mais
Mais que os homens que pensam nos

seus milhões
Vim parar no Pará e encontrei todo o bem
No calor e no amor de Belém...
Vim parar no Pará e encontrei todo o bem
No calor e no amor de Belém...

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Amo o Brasil!
Mapa do meu estado: Pará

 

Bandeira de Belém do Pará
 



O símbolo que representa a cidade de Belém foi elaborado por Bento Maciel Parente,
 7º capitão-mor do Pará,
com a assistência de Aires de Souza Chicorro, Pedro Teixeira e Francisco Baião de Abreu. Segundo a descrição do frei Cristovão de Lisboa (Razão das Coisas do Estado do Maranhão),
o brasão foi dividido em quatro partes.
Os lemas significam:
A primeira faixa:
 "Vereat (ou Ver est) Aeternum -
 Tutius Latente"
 "Eterna Primavera/Escondida é mais segura".
A segunda faixa:
 "Rectionr cum retrogradus",
 "É mais reta se olharmos o passado".
A terceira faixa:
"Nequaquam mínima est",
 "De modo algum és a menor"
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O Escudo de Belém - um dos mais antigos das cidades brasileiras -, data de 1615. Todavia, somente em 1825 foi que Barão de Bagé, Paulo
José da Silva Gama - de acordo com Ernesto Cruz (História do Pará, 2º Vol., pág. 576) -, visitando a biblioteca de um colecionador de raridades, em Braga (Portugal), teve em mãos o aludido livro de frei Cristovão de Lisboa, onde havia a descrição do Brasão de Armas. O Barão de Bagé, presidente da Província do Pará, de abril de 1827 a julho de 1830, trouxe os planos de reprodução do escudo. Muito mais tarde, o pintor Maurice Bleise transportou-o para a tela, integrando, atualmente, o acervo do Museu de Arte de Belém.


(Fonte: Livro - História Geral de Belém e do Grão-Pará. Texto: Calos Rocque e atualização: Antonio José Soares)


 
Bandeira de meu estado
(Escudo de meu estado)
O lema em latim:
"Sub lege progrediamur",  
significa "Sob a lei progredimos".

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Metrópole da Amazônia.
Cidade das Mangueiras.
Cidade Morena.
Belém do Pará.
Feliz 397 anos!